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Fish Oil

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Categoria:  NUTRIÇÃO

Fonte de EPA e DHA balanceado. Protege contra as doenças coronarianas. Auxilia no controle da pressão arterial. Melhora as articulações e inflações. Aumenta a concentração e raciocínio.

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Descrição do Produto

FISH OIL 

 

O Fish Oil – Ômega 3 é rico em ácidos graxos Ômega 3, com 33% de EPA e 22% de DHA, auxiliam na redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos, regulam a pressão sanguínea, promove ação no sistema neurológico e previnem doenças cardiovasculares. Uma maior concentração do ativo permite uma ação mais imediata e eficaz.

O óleo de peixe tem em sua composição ácidos graxos poliinsaturados que são encontrados em concentrações mais expressivas em lipídios de peixes e animais marinhos, especialmente aqueles procedentes de regiões frias, e são considerados de grande importância no metabolismo, por exercerem funções biológicas específicas.

 

Ação terapêutica

- Controle dos níveis de triacilglicerol e cardioprotetor;

- Imunoestimulante e anti-inflamatório;

- Neuroestimulante;

- Anti-hipertensivo;

 

Propriedades

O ômega-3, conhecido também como ácido alfa-linoleico é o principal constituinte do óleo de peixe. Considerado essencial para as membranas celulares e para a produção de eicosanóides, que são mensageiros químicos que auxiliam na regulação da coagulação do sangue, da pressão sanguínea e da imunidade, esse ácido exerce também efeitos opostos sobre as inflamações e as proliferações celulares. Eles são necessários para o desenvolvimento ocular e do cérebro.

O óleo de peixe contem dois tipos de ácidos graxos ômega-3: ácido eicosapentaenóico (EPA) e docosapentanóico (DHA). O EPA interfere na produção de prostaglandina trombótica e tromboxano ou são transformados em prostaglandinas antitrombóticas e devido aos estudos com os eicosanóides, têm se conhecido as suas ações vasculares e

hemostáticas,13 exercendo assim, uma ação cardioprotetora. O ácido graxo DHA é o maior constituinte da porção fosfolipídica das células receptoras e está presente na retina, no cérebro humano e em diversos tecidos corporais, tendo portanto, ação neuroestimulante.

 

Mecanismo de ação

Ação anti-hipertensiva:

O ômega-3 age na redução da pressão arterial através da diminuição da síntese de tromboxano (vasoconstritor) e aumento da síntese de prostaciclinas (vasodilatadoras) e de tromboxano.

 

Controle dos níveis de triacilglicerol e cardioprotetor:

O mecanismo de ação do óleo de peixe sobre a concentração plasmática de triacilgliceróis permanece desconhecido. Mas estudos epidemiológicos comprovam sua ação na diminuição dos níveis plasmáticos de triacilgliceróis, o que reduz os riscos de doença do coração.

 

Imunoestimulante e anti-inflamatório:

O ácido eicosapentaenóico substitui o ácido araquidônico nas membranas celulares e dá origem a prostaglandinas da série 3 e tromboxanos e leucotrienos da série 5, substâncias que agem combatendo a inflamação.

 

Neurotransmissão e antidepressivo:

O docosapentanóico é preferencialmente absorvido pelo cérebro e age aumentando a fluidez da membrana, que por sua vez modifica as propriedades de sinalização dos neurônios e afeta a função da barreira hematoencefálica.

 

Testes clínicos

Ação Neurológica:

Uma pesquisa com um grupo de dez ratos recebeu 85 miligramas de ômega 3 por quilo de peso durante 60 dias, enquanto foi administrada uma substância inócua a um número igual de animais, que serviu de grupo controle. Os pesquisadores verificaram que os ratos que receberam ômega 3 apresentaram significativa preservação do tecido cerebral após a simulação de crises epilépticas. Demonstrou-se que o ômega 3 aumenta a produção de proteínas que “capturam” a entrada do cálcio no neurônio e, por conta disso, ajuda a diminuir a morte das células cerebrais. Também foi observado que o ômega-3 desempenhou importante papel antiiflamatório, uma vez que o tecido cerebral dos animais com epilepsia apresentava anteriormente um processo inflamatório crônico.

 

Ação Anti-hipertensiva:

Outro estudo realizado foi em 47 pacientes com hipertensão arterial moderada. Após um período de 4 semanas de observação comparou-se o propranolol 80mg/dia com o óleo de peixe 9g/dia, administrados por 36 semanas sozinhos ou em combinação de ambos por 12 semanas. O resultado foi a mesma redução de pressão arterial tanto com o propranolol como com o óleo de peixe. A combinação de ambos amplifica o efeito hipotensor.

 

De doenças cardiovasculares:

Em um estudo desenvolvido com o nadadores de elite (n=14) do sexo masculino, foram avaliados em estudo randomizado, controlado por placebo pelo período de seis semanas (45 dias). O grupo placebo recebeu óleo mineral (n=6) e o grupo suplementado (n=8), óleo de peixe contendo no total, 950 mg de ácido eicosapentaenóico e 500 mg de ácido docosapentaenóico. Amostras de sangue foram coletadas imediatamente antes (TO), aos 15, aos 30 e aos 45 dias de suplementação para análise da composição dos ácidos graxos por cromatografia gasosa e para quantificação das lipoproteínas plasmáticas através de kits comerciais específicos. Os resultados revelaram um desajuste na dieta dos atletas considerando a ingestão g/kg de massa corporal dos macronutrientes.

A análise do questionário de frequência de consumo mostrou que os atletas não ingeriram regularmente fontes alimentares de ômega 3 e que o consumo de peixes, em 85% da amostra, era inferior ou igual a uma vez na semana. O perfil de ácidos graxos plasmáticos evidenciou aumento dos ácidos graxos poliinsaturados ômega 3 (P<0,05). A suplementação com óleo de peixe ocasionou efeito hipocolesterolêmico, com redução nos teores sanguíneos de VLDL, LDL colesterol total. Os valores de HDL não apresentaram diferenças significativas entre os grupos em nenhum momento estudado (P>0,05). Com o resultado foi possível observar que a suplementação de ácidos graxos N-3 em atletas nadadores altera os indicadores bioquímicos do metabolismo lipídico, influenciando na redução das lipoproteínas plasmáticas, ricas em colesterol e na prevenção de doenças cardiovasculares. 25

 

Indicações

- Auxiliar no tratamento da hipertensão arterial;

- Auxiliar no tratamento de hipertrigliceridemia;

- Atenuante de estados inflamatórios;

- Aumento da concentração, memória e performance do cérebro.

 

Reações adversas

Pode provocar deficiência das vitaminas lipossolúveis. Por isso aconselha-se administrar vitamina E junto com ácidos graxos ômega-3.

 

Contra indicações

Não deve ser usado por diabéticos tipo 1 e 2. Algumas pesquisas demonstraram que a suplementação nutricional de óleo de peixe pode aumentar os níveis de açúcar plasmáticos e diminuir substancialmente a secreção de insulina em pacientes com diabetes. O efeito é reversível. É também contraindicado para pacientes com hiperlipoproteinemia do tipo IIa, visto que produz aumento nos níveis de LDL-colesterol.

 

Modo de usar

Tomar 2 cápsulas ao dia, preferencialmente antes da refeições (almoço e jantar), ou conforme a orientação do médico e/ou nutricionista.

 

Compatibilidades e farmacotécnica

Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas.

 

Incompatibilidades

Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas.

 

Toxicidade e mutagenicidade

Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas.

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